domingo, 25 de setembro de 2016

Meditação Caminhando no Labirinto em 27 de setembro de 2016.

Em 27 de setembro de 2016 haverá a Meditação Caminhando no Labirinto.
Local: Rua Pedro de Toledo, 669 - Edifício de Pesquisa 2 da Unifesp - Anfiteatro do Mezanino.
Horário: das 14:00 às 17:00 horas.
A atividade dura aproximadamente meia hora e pode ser iniciada em qualquer momento do intervalo de tempo acima referido. Não precisa chegar às 14:00 horas.
Qualquer pessoa pode participar.
Não precisa agendar.
Participação gratuita. 
Esta atividade busca promover redução do estresse, relaxamento, atenção, interiorização, concentração, meditação. Também se presta a descobertas de novas situações e caminhos para diversas questões. 
A Meditação Caminhando no Labirinto faz parte do Programa de Humanização em Saúde do Complexo Unifesp-EPM-Hospital São Paulo. 

domingo, 18 de setembro de 2016

Meditação Caminhando no Labirinto em 20 de setembro de 2016

Em 20 de setembro de 2016 haverá a Meditação Caminhando no Labirinto.
Local: Rua Pedro de Toledo, 669 - Edifício de Pesquisa 2 da Unifesp - Anfiteatro do Mezanino
Horário: 14:00 às 17:00 horas.
A atividade dura aproximadamente meia hora e pode ser iniciada em qualquer momento do intervalo de tempo acima referido. Não precisa chegar às 14:00 horas.
Qualquer pessoa pode participar.
Não precisa agendar.
Participação gratuita.
Esta atividade promove redução do estresse, relaxamento, atenção, interiorização, concentração, meditação. Trata-se de uma forma meditação feita com o movimento do corpo dentro de um percurso labiríntico. Conforme Lauren Artress a Meditação Caminhando no Labirinto é "uma jornada simbólica ao interior de si mesmo". Assim, esta atividade pode colaborar na busca do equilíbrio entre mente e corpo. Existem os processos que são chamados de psicossomáticos, o seja conjugam coisas que acontecem na mente com coisas que acontecem no corpo. Nesse sentido, a "jornada labiríntica" pode ajudar no equilíbrio entre esses dois fatores. Por isso, há pessoas com diversos tipos de problemas, psíquicos ou físicos, que referem melhora com a caminhada no labirinto. Por vezes, os problemas nem sempre são doenças, como, por exemplo, uma dificuldade de tomar certas decisões, certa dificuldade em conviver com alguma doença crônica, ou com um problema familiar, e assim por diante.
A Meditação Caminhando no Labirinto faz parte do Programa de Humanização em Saúde do Complexo Unifesp-EPM-Hospital Universitário São Paulo. 

domingo, 11 de setembro de 2016

Meditação Caminhando no Labirinto em 13 de setembro de 2016

Em 13 de setembro de 2016 haverá a Meditação Caminhando no Labirinto.
Local: Rua Pedro de Toledo, 669 - Edifício de Pesquisa 2 da Unifesp - Anfiteatro do Mezanino.
Horário: das 14:00 às 17:00 horas.
A atividade dura aproximadamente meia hora e pode ser iniciada em qualquer momento do espaço de tempo acima referido. Não precisa chegar às 14:00 horas.
Qualquer pessoa pode participar.
Não precisa agendar.
Participação gratuita. 
Orientação apropriada no local.
Esta atividade é uma forma de meditação utilizando o movimento do corpo em um trajeto com forma labiríntica. Tem a finalidade de redução do estresse e promove relaxamento, atenção, concentração, interiorização, meditação. Esta forma de meditação não se propõe a substituir qualquer forma de terapêutica convencional, alternativa ou complementar. Pessoas sadias e pessoas doentes podem se beneficiar desta atividade. Há relatos de pessoas com doenças crônicas que passam a encarar sua situação de uma nova maneira. Há relatos de pessoas sem doenças que encontram novos caminhos e novas soluções para os problemas cotidianos. 
A Meditação Caminhando no Labirinto faz parte do Programa de Humanização em Saúde do Complexo Unifesp-EPM-Hospital Universitário São Paulo. 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Não haverá Meditação no Labirinto em 6 de setembro de 2016


Em 6 de setembro de 2016 não haverá a Meditação Caminhando no Labirinto.
No dia 13 de setembro de 2016 voltaremos às atividades.

domingo, 28 de agosto de 2016

Meditação Caminhando no Labirinto em 30 de agosto de 2016

Em 30 de agosto de 2016 haverá a Meditação Caminhando no Labirinto.
Local: Rua Pedro de Toledo, 669 - Edifício de Pesquisa 2 da Unifesp - Anfiteatro do Mezanino.
Horário: das 14:00 às 17:00 horas. 
A atividade dura aproximadamente meia hora e pode ser iniciada em qualquer momento do intervalo de tempo acima referido. Não precisa chegar às 14:00 horas.
Qualquer pessoa pode participar.
Não precisa agendar.
Participação gratuita.
Orientação apropriada no local.
Esta atividade busca promover redução do estresse, relaxamento, atenção, concentração, interiorização, meditação. Não pretende substituir qualquer orientação médica ou qualquer outra forma de meditação ou de atividade terapêutica complementar. Pode ser usado por pessoas sadias ou pessoas doentes. Trata-se de uma forma de meditação usando o movimento do corpo em um trajeto arquetípico baseado no Labirinto do solo da Catedral de Chartres. Como toda catedral gótica era dedicado a Notre-Dame, ou seja, Nossa Senhora, em um período na Europa de despertar do feminino sagrado.
A Meditação Caminhando no Labirinto faz parte do Programa de Humanização em Saúde do Complexo Unifesp-EPM-Hospital Universitário São Paulo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O Professor Cortella falou sobre “O Caminho”


     Quem já caminhou pelo nosso Labirinto teve contato com um texto lido após as caminhadas onde consta a seguinte frase: “A vida não é vivida só de metas; a vida é vivida nos caminhos”.
     Em 10 de Janeiro de 2016, o jornal O Estado de São Paulo publicou matéria assinada pelo jornalista Vitor Hugo Brandalise, contendo entrevista com o professor e filósofo Mário Sérgio Cortella, que nos lembrou da frase acima e da Meditação Caminhando no Labirinto.
     O texto do jornal inicia comentando que “houve um tempo em que o caminho importava”, citando conhecida frase do poeta sevilhano Antonio Machado, na qual ele aponta que “O caminho se faz ao caminhar”.
     A seguir acentua-se que não se liga mais para o caminho e que apenas se quer chegar o mais rápido possível, sem mesmo olhar para os lados. Existe no texto certa acentuação para o Waze, ou o GPS como uma espécie de clímax desse descuido com o caminho, na medida em que cita a frase de Uri Levine, o criador do Waze, onde ele diz que “as pessoas não pensam mais por onde estão indo”.
     Cita-se então os dizeres do professor Cortella, dizendo que “se vive um momento de obscurecimento da paisagem”. Ele reforça então que já não se aproveita a jornada e se pede a possibilidade de ampliar as visões. Antigamente a viagem em si já era uma distração, o trajeto tinha sua função. Já valia o passeio. Havia “o passeio”, que já tinha em si uma finalidade. Junto a perda dessa “capacidade” perde-se também a imaginação, a criatividade, a noção do universo. O repertório de imagens se estreita.  
    O professor Cortella acentua que perde-se o encantamento do mundo, não se olha para o horizonte, a paisagem se desnaturaliza em “um mapinha” à frente. Muda-se a maneira de lidar com o tempo, de modo que ele não possa ser utilizado para o ócio. A noção de ócio fica distorcida como “vagabundagem”. Foi retirado o valor da pausa.
     Umas das coisas que acentuamos na Caminhada no Labirinto é a recuperação do valor da pausa.
     Cortella diz também que a viagem também é uma forma de se conhecer, de se reconhecer, de saber mais sobre si mesmo. A viagem pode ajudar a “objetivar minha subjetividade”. Comenta também que a viagem quando por demais planejada, ou cheia de antecipações, pode também limitar o aproveitamento que pode decorrer de certa ilusão, que fica diminuída com muitas facilidades do mundo digital.
     Enfim, as reflexões do professor Cortella reforçam alguns aspectos da Meditação Caminhando no Labirinto, quando se propõe a um retorno do lado humano relativo ao caminhar, não desprezando evidentemente os ganhos da tecnologia, desde que sejam instrumentos para beneficiar as pessoas.  

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O Labirinto e as noções de espaço


A Meditação Caminhando no Labirinto tem como seu primeiro foco “o espaço” em que o Labirinto está desenhado. Esse espaço compreende não só o trajeto a ser percorrido, mas também todo o espaço coberto pelo desenho intrincado do Labirinto. O espaço do trajeto parece ser um espaço vazio, já que ele é apenas delimitado pelo desenho. No entanto, esse espaço vazio é parcialmente preenchido pelo corpo que se desloca. O espaço desenhado tem símbolos visíveis. O espaço não desenhado tem símbolos invisíveis. Ambos os espaços se correlacionam com o espaço interior da pessoa que caminha. Esse espaço interior, na verdade, são espaços: o espaço corporal, o espaço mental, o espaço espiritual.
O entendimento de si e do mundo pelo ser humano está inundado de geometria. A maneira de descrever como as coisas se dividem, ou como as coisas se unem, quase sempre faz uso de noções geométricas. A geometria é uma leitura do espaço. O Labirinto faz uma leitura geométrica do espaço, usando um tipo de geometria que é chamada de geometria sagrada, pelos símbolos e medidas que utiliza.
A caminhada nos espaços exteriores do Labirinto refaz o entendimento dos espaços interiores, trazendo novos elementos à consciência do caminhante.