terça-feira, 1 de março de 2011

Meditação caminhando no Labirinto

A meditação caminhando no Labirinto é uma jornada simbólica ao interior de si mesmo.
Labirintos e imagens de labirinto estão presentes em diversas tradições e culturas com significados em torno de busca espiritual, processo de amadurecimento, caminho para a divindade, e outros similares.
Talvez os primeiros labirintos tenham sido as cavernas pré-históricas de uso ritualístico.
Entre o mítico e o histórico podem ser citados o labirinto de Creta, que alguns consideram como correspondente ao Palácio de Cnossos, com suas inúmeras salas, e ainda o suposto Labirinto do Egito que teria sido visitado por Heródoto.
Desde os primeiros séculos do Cristianismo imagens de labirinto são encontradas em igrejas.
Na Arte Gótica da Baixa Idade Média, as catedrais góticas, em geral, apresentam significativas imagens de labirinto no solo, em tamanho considerável. Nesse período eram chamados de "Caminho de Jerusalém", dando a entender seu valor como forma de peregrinação simbólica à cidade sagrada, então considerada como centro do mundo.
Dentre essas catedrais ressalta-se a de Chartres, na França, considerada como emblemática entre as catedrais góticas, por seus detalhes, seus vitrais, suas dimensões.
Na Idade Média não havia bancos nas igrejas. No período racionalista, ou seja, a partir do século XVII, os bancos começaram a aparecer nas igrejas, de modo que, passaram a cobrir o labirinto de Chartres, que ficou um pouco esquecido.
Nos anos 1990, a Dra. Lauren Artress, psicóloga e teóloga americana, passou a estudar o Labirinto de Chartres, de modo que promoveu uma reprodução dessa imagem na Grace Cathedral de San Francisco e passou a fazer a divulgação da caminhada no Labirinto.

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